(Imagem: Conexão JA; 2006 especial)
Quando a internet surgiu, lá pelos anos 70 e 80, muitas pessoas anunciaram o início de novos tempos. Falava-se que ninguém mais sairia de casa para fazer compras nem ir ao banco, que a vida social das pessoas seria absolutamente comprometida. Pode parecer confuso, mas tudo isso é e não é verdade.

Por meio da internet, você pode estudar, fazer amigos (MSN, Orkut e Skype que o digam), ganhar um espaço, ficar informado, trabalhar. É um universo fascinante. Você clica aqui, clica ali... e acessa o mundo, em qualquer lugar ou hora. O Marechal Rondon, reconhecido “Patrono das Comunicações Nacionais”, ficaria surpreso com a comunicação digital. No Brasil, segundo a Agência Estado, “o número de internautas residenciais que utilizaram a internet em abril de 2006 atingiu 13,4 milhões de pessoas”. Se você levar em consideração a população brasileira (estimativa de 182 milhões até o fim deste ano, segundo o IBGE), o número de usuários da internet não é tão assustador. No entanto, é bom lembrar que a maioria desses usuários é jovem.

Dorothy Lehr, 17 anos, do Unasp, Campus Engenheiro Coelho, é uma dessas internautas. “Uso a internet para lazer, para conversar com os amigos que estão longe”, diz ela. Mas nem tudo foram rosas no uso da grande teia. “No passado, a internet virou um vício na minha vida. Eu já deixei de jantar, de estudar e até de ficar com meus amigos para navegar na internet. A gente não vê o tempo passar.” Como era um vício consciente, Dorothy decidiu mudar. “Foi um pouco difícil, mas consegui. Atualmente, eu fico umas cinco horas por semana”, conta a garota que é fã de MSN, Orkut e fotologs.

Rodrigo Freire, 25 anos, de Porto Alegre, RS, também teve alguns problemas com a internet. A rede atrapalhou sua rotina de estudos, de trabalho e de horas de sono, devido à dependência criada por horas a fio na frente do computador. “Passava muito tempo conversando com meus amigos pelo MSN, em vez de falar com eles cara-a-cara. Uma garota com quem tinha altos papos chegou a dizer que me considerava um grande amigo. O detalhe é que, pessoalmente, nos vimos pouquíssimas vezes”, relata. Depois de perceber que a web estava lhe prejudicando – ele admite que ficou até mais ansioso –, Rodrigo decidiu estabelecer limites.

“Determinei metas de estudo e horários estipulados para usar o computador. Com o tempo, acabei me desvencilhando da internet e nem uso todo o tempo que me propus”, garante o jovem, que gasta, atualmente, cerca de oito horas semanais pra entrar em contato com amigos distantes pelo MSN e Orkut.

Emaranhado na teia?

Como você pode ver, o risco de o jovem ficar emaranhado nessa grande teia é muito grande. De acordo com a psicóloga Tercia Barbalho, coordenadora do Curso de Psicologia do Unasp, Campus São Paulo, a internet traz grandes facilidades para a comunicação, mas também estimula muitos malefícios se não for bem utilizada. “Se o jovem usar a internet excessivamente, ele pode se tornar dependente e suscitar crises fóbicas, de depressão e ansiedade”, avisa ela. Por que isso acontece? Segundo Tercia, a internet sacia apenas em parte as necessidades sociais. “Em um site de relacionamentos, há um vazio entre o computador e os dois usuários. É esse vazio que cria o vício, a mania. Aquilo se torna uma compulsão; todo o tempo é direcionado para o computador”, explica.

Fique calmo. A internet não é um instrumento maligno. Mas, pense bem: se ela é um meio popular de comunicação, por que o inimigo ficaria fora dela? Ele está online. Não ignore suas ciladas para atraí-lo. É indispensável lembrar-se de que a batalha do bem contra o mal acontece em nossa mente, porque tudo depende das escolhas que fazemos.

Tendo isso em vista, o pastor Paulo Bravo, líder de jovens da União Centro-Oeste (Ucob), em Brasília, DF, menciona dois pontos principais na relação entre o jovem e a internet. “O primeiro deles”, diz ele, “é selecionar com cuidado o tipo de pessoa com a qual se conecta em comunidades, as conversas que mantém, os sites pelos quais se navega.” É bom também tomar cuidado com a preservação da identidade, pois, exceto com amigos que já se conhecem, nunca se tem certeza de que a pessoa do outro lado esteja falando a verdade. A psicóloga Tercia completa: “A partir do momento em que a conversa começar a trazer assuntos invasivos ou a trair seus princípios e valores, essa é a hora de desconectar.”

O segundo ponto mencionado pelo pastor Paulo é fiscalizar o tempo que o jovem dedica à internet. “Nem tudo que não é pecado eu devo fazer”, previne. “Não é só porque estou navegando por bons sites que eu devo dedicar todo o tempo do mundo para isso. Há muita gente que não dorme, não se alimenta direito, deixa de estudar a Bíblia, porque passa tempo demais diante do computador.”

Uma das grandes armadilhas que o inimigo tem usado é distrair nossa atenção das coisas de Deus com coisas boas. “Às vezes, só navegando em sites cristãos, a gente acaba perdendo muito tempo”, diz o pastor. 

A gente corre o risco de tentar abastecer a vida espiritual com coisas paralelas e deixar de lado a essência, que é a Palavra de Deus. Até mesmo o sábado pode ser negligenciado por causa da internet. Muitos jovens desperdiçam essas horas sagradas ao navegar pela web horas a fio. O conteúdo é bom? É. Mas esse não é o dia apropriado para fazer uso dele, pelo menos não na maior parte do tempo, a ponto de deixar de lado o ensaio do coral, as atividades da igreja, o culto jovem ou mesmo chegar morrendo de sono na igreja, no sábado de manhã.

Analisando friamente, não é tão difícil imaginar qual é a vontade de Deus para o internauta. É claro que sexo explícito, pornografia e pedofilia estão fora de questão. Mas não se engane: a tentação virá sutilmente.

Talvez você já tenha vivido esta cena: diante do micro, navegando por sites do bem, lendo algumas notícias, pesquisando e, de repente, encontra um link para um site perigoso ou impróprio para um jovem cristão. É difícil resistir à curiosidade, principalmente se você se sente suficientemente seguro para “dar apenas uma espiadinha”. Sabe como isso funciona? Uma espiadinha leva à outra, e está feito o estrago. Você se sente livre para acessar novamente esses sites e, quando menos esperar, estará “fisgado”.

Como a curiosidade é sempre um perigo, nesses casos, o mandamento é “não te arriscarás”. “O jovem precisa ter a noção de que é o homem que domina a máquina e não contrário”, resume a psicóloga Tercia. 

“A internet é uma ferramenta bárbara de comunicação”, afirma o pastor Paulo. “É rápida, eficiente e barata. A gente sabe de toda a beleza que ela tem, mas sabe também de toda preocupação que gira em torno dela.” Por isso, nessa rede, não dá para bobear. Equipe-se com o material de segurança (veja quadro) e navegue com precaução. Lembre-se: o acesso à web é livre, mas cabe a você escolher os melhores links para trilhar.

Internet do bem


Jovens cristãos, de várias denominações, têm usado a internet para o bem. Moisés Biondo, 27 anos, de Boituva, SP, é um deles. Desde dezembro de 2005, ele mantém um blog evangelístico no ar. “Quando conheci o blog religioso de um amigo, também me interessei em fazer o mesmo com artigos sobre religião, com a intenção de defender a Bíblia numa linguagem bem popular.” Com atualização semanal, a experiência tem facultado a Moisés amizades de todo Brasil. “O que me espanta é como isso vai se espalhando de uma pessoa para outra. De repente, eu recebo um e-mail de alguém lá da Amazônia, que eu nem conhecia, comentando um artigo. Isso motiva a gente.”

Késia Mota, 33 anos, de João Pessoa, PB, também entrou nessa onda, mas no Orkut. Ela criou a comunidade “Examinais as Escrituras” e se surpreendeu com a opinião equivocada de vários internautas a respeito de alguns pontos da Bíblia. Insatisfeita, decidiu pesquisar esses temas e fornecer respostas. “Por meio do Orkut, Deus me deixou mais ‘treinada’ para o evangelismo público”, diz ela. Hoje, Késia não está mais no comando da comunidade, mas sempre que entra no Orkut, leva a Bíblia junto e fica muito feliz ao receber um scrap de desconhecidos com dúvidas ou agradecimentos. “Já estou até pensando em criar outra comunidade, que fale sobre a misericórdia de Deus.”

Online/Offline

“Uso a internet mais para o lazer, principalmente para teclar com amigos que estão longe. Mas, antes, ficava muitas horas na frente do computador. Acabava deixando de fazer outras coisas na vida real. Eu já deixei de jantar, de estudar e até de ficar com meus amigos para navegar na internet. No início deste ano, percebi como o mau uso da internet estava me prejudicando e decidi mudar isso. Foi difícil, mas consegui colocar alguns limites. Hoje, prefiro um bom bate-papo ao vivo com os amigos em vez de teclar pelo MSN. As cinco horas que gastava por dia passaram a ser cinco horas por semana.”

Dorothy Lehr, 17 anos, estudante do Unasp, Campus Engenheiro Coelho

Manual de segurança

  • Mantenha o computador em uma sala de uso comum da casa. Isso evitará que você se sinta “sozinho” e, portanto, livre para acessar certos sites. É autoproteção!
  • Fiscalize seu próprio tempo de utilização do equipamento. Estabeleça limites.
  • Evite navegar durante o sábado. Não deixe que a internet atrapalhe as horas de comunhão com Deus e as atividades na igreja.
  • Não forneça sua senha para outras pessoas, conhecidas ou não.
  • Jamais revele informações pessoais como onde você mora, o número de seu telefone e onde é sua escola ou trabalho.
  • Não envie fotografias suas ou de sua família para desconhecidos.
  • Se for navegar em chats, escolha aqueles que sejam referendados.
  • Não prossiga em diálogos que o façam sentir-se desconfortável ou que se tornem muito pessoais.
  • Não marque encontros com alguém que você conheceu pela internet, a menos que tome todos os cuidados para que esse encontro seja seguro.
  • Não aceite produtos ou oportunidades oferecidos pela web.
  • Lembre-se que pessoas virtuais podem se passar por qualquer um, em qualquer lugar. Portanto, cuide-se.
  • Tenha consciência de que o homem domina a máquina e não o contrário.
Consultoria: Psicóloga Tercia Barbalho
Fonte: Portal da Educação Adventista


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Grande parte do sucesso escolar de uma criança é decorrente da existência de hábitos de estudo definidos. Para a formação destes hábitos é necessário que se implemente gradualmente comportamentos saudáveis, que pela repetição sistemática, passam a fazer parte do dia a dia do estudante. Visualize as vantagens de orientar seus filhos desde cedo, para uma formação de bons hábitos e atitudes e colherá bons frutos, observando um crescimento intelectual e maior facilidade na sua aprendizagem. Veja abaixo algumas orientações básicas:


  • Estabeleça um horário de estudo,crie uma rotina semanal, onde seu filho realizará as suas tarefas. Considere também as atividades extra-curriculares, como natação, inglês, etc...Monte um calendário em que ele tenha tempo para tudo, principalmente para o estudo. Ajude seu filho a cumprir os horários. Estudar sempre na mesma hora determinará a criação do hábito. Sua atitude firme e serena o levará a perceber sua determinação e a importância deste momento. Lembre-se: nada de exarcebações, não transforme esta situação em um campo de batalha, a hora de estudar não deve se tranformar em hora de sofrimento.


  • Estabeleça um local de estudo tranqüilo, onde não circulem pessoas, onde haja silêncio (sem TV ou rádio), que tenha uma escrivaninha  que permita uma posição correta e que conte com uma iluminação adequada.


  • É importante que ele arrume   o seu próprio local de estudo, deixando por perto tudo o que vai usar: régua, lápis, ... A sua mesa deverá ter o mínimo de coisas em cima, só o estritamente necessário (sem brinquedos, roupas,...).


  • As lições devem ser feitas, preferencialmente,no mesmo dia em que foram passadas, assim evita-se o acúmulo de tarefas e, com a memória fresca, as explicações da professora ainda podem ser lembradas e o que foi passado no quadro ainda está visível na sua mente.


  • Se houver dúvidas na resolução, explique com suas próprias palavras. Faça com que repita em voz alta para demonstrar que entendeu. Se a dúvida persistir, comunique à professora através da agenda no dia seguinte.


  • Não permaneça à seu lado no momento em que estiver fazendo suas lições. Na sala de aula isto não acontece e ele precisa aprender a trabalhar de forma mais independente possível.


  • Elogie sempre seu progresso!


  • Faça-o dormir cedo. Estando bem descansado, ele estará mais propenso a receber e assimilar os novos conhecimentos do dia seguinte.


  • Procure sempre que necessário a Coordenadora Pedagógica de sua escola. Não cultive dúvidas.

    ELABORADO PELA PROFª REGIANE MARQUE
    COORDENADORA E ORIENTADORA DO COLÉGIO ADVENTISTA DE TUPÃ
“Não sai pra rua sem colocar um agasalho”. “Faça a lição de casa antes de brincar.” “Nem sempre o único vencedor é o campeão”. Conselhos de quem tem experiência e muito amor pra dar: mães.

Então, nada mais natural do que questionar: “Qual foi o maior ensinamento que a sua mãe deixou na sua vida?” Esta é a pergunta que está sendo feita aos ouvintes da rádio Novo Tempo, em todo o Brasil, através da promoção “Minha mãe, minha vida”.
Para participarem da promoção os ouvintes precisam escrever um texto pequeno, com no máximo 20 palavras, e enviar para o e-mail ouvinte@novotempo.org.br, ou ligar para zero operadora 12 21273090 e automaticamente já estarão concorrendo a 10 kits.
Cada Kit possui CDs e DVD´s lançamentos. Entre os lançamentos tem Jonatas Ferreira, Joice Carnassale, Riane Junqueira, Wagner Dida, DVD dos Arautos de Rei, DVD futuro com esperança e camiseta da rádio Novo Tempo.
As homenagens mais marcantes serão selecionadas pela produção da rádio Novo Tempo e irão ao ar no segundo domingo do mês de maio.
Essa é a oportunidade que a rádio juntamente com a gravadora Novo Tempo encontrou para homenagear as mães de todo o País.

Por Migueli Simioni

FONTE: http://www.novotempo.org.br/site/?p=714
Umas das dúvidas mais frequentes quando um adolescente esta férias é o que fazer?


Mas pensando um pouco vemos que temos várias opções para se divertir com segurança e ainda mais com saúde.

Para os adolescentes que não estão nem afim de brincadeiras e sim festas e baladas neste período, esta é uma ótima hora para sair e curtir muito, mas não se esqueça que perder tempo com atividades que prejudicam a saúde, isso poderá prejudicá-lo futuramente e trará conseqüências terríveis a sua saúde. Já para os caseiros de plantão existem várias opções de laser saudável eis alguns deles:

- assistir filmes

- um churrasco com amigos

- ler livros

- e viajar

O que realmente importa no período de férias é se divertir e curtir o tempo que tem de sobra.


Existe até uma boa dica para os intelectuais de plantão, ler livros, vários jogos online ou para videogames que podem trazer divertimento saudável.

Uma ótima dica para todos em geral é colocar sua fé na frente de todas as coisas e neste começo de ano renove suas forças para mais um ano que está chegando.

Deus precisa de nós felizes e saudáveis para entender e enfrentar todos os problemas da vida, não dê as costas há Ele.

Que neste período de férias você escolha coisas saudáveis para sua vida e tenha um ótimo descanso.

Fiquem com Deus.



Willy

A chamada "Invasão Nipônica" continua, e o mangá finalmente começa a se destacar!

Se você falasse antigamente que gostava de mangá, provavelmente o outra pessoa iria lhe responder: O "gibi japonês'? Para com isso, coisa de criança! Isso antigamente, pois hoje o assunto é outro. Esse estilo de "histórias de quadrinhos" ja tem outra fama, outros publicos e já tem a separação do estilo ocidental do gibi e do oriental do mangá. Então surge a dúvida:"Mais e ae? O que é exatamente o mangá?"E é sobre isso que estarei digitando.

Esse gênero da literatura japonesa teve seu inicio na era Edo( Século VIII d.C.) em uma forma chamada de "Emakimono", que seria basicamente o mangá primitivo onde as ilustrações so ajudavam a contar a história. A sua forma atual se deve ao inicio Século XX, sobre influências de revistas comercias ocidentais da época como a "Punch Magazine". E logo depois disso essa influência ocidental e aumentada pelo domínio americano no final da Segunda Guerra Mundial, marcada principalmente pelas "Histórias em Quadrinhos", sobre tudo pelo Walt Disney e Max Fleischer, que se importava sobre tudo pela expressão facial.

Hoje o mangá se tornou um verdadeiro colosso na industria japonesa de entretenimento. Tem todos os estilos e para todas as idades, uma verdadeira variedade de estilos todos com alguma características marcantes não apenas na história como também no desenho. A classificação feita por publico-alvo, retomando assim a abrangência de idades.
Shounen: Tem como público-alvo os garotos, sejam crianças, adolescentes ou até adultos, porém tem muitas garotas que o leêm. Esse estilo é o mais conhecido no Brasil, marcado por aventuras que trazem certo nivel de violência, amizade e comédia . Grandes exemplos são: os tãos fomosos: Naruto, Bleach, Dragon Ball, Caveileiros do Zodíaco, Yu Yu Hakusho e, atualmente um dos meus preferidos, One Piece
Shoujo: Tem como público-alvo principalmente as garotas adolescentes, porém existir muitos garotos e mulheres que leêm.Marcado principalmente pelos sentimentos ,pela magia e, também, pela comédia; tem tido crescente alta também aqui, no Brasil. Grandes Exemplos deste estilo é: Sailor moon, Sakura Card Captor, Chobits, Vampire Knight e uma dos meus preferidos School Rumble(So funny!).
Seinen: Tem como público-alvo os homens, trazendo um tom mais maduro a história e pesado também, esse tom tem como traços marcantes a linguagem adulta, violência sem nenhuma censura e até cenas de sexo.Um exemplo entre a diferença de Shounen e o Seinen, seria que numa vertente Seinen de um mangá de ficção ciêntífica o leitor necessitaria de um nivel muito mais alto de conhecimento para entender a história.Grandes Exemplos: Berserk, Claymore,Gantz, e Elf Lieden. Particularmente eu considero o Neo Evangelion Genesis neste estilo, apesar de ser conhecido como shounen.
Para os japoneses as histórias em quadrinhos são leitura comum de uma faixa etária bem mais abrangente do que a infanto-juvenil. A sociedade japonesa é ávida por leitura e em toda parte vê-se desde adultos até crianças lendo as revistas. Portanto, o público-consumidor é muito extenso, com tiragens na casa dos milhões e o desenvolvimento de vários estilos para agradar a todos os gostos.




Por isso os mangás são comumente classificados de acordo com seu público-alvo. Histórias onde o público alvo são meninos — o que não quer dizer que garotas não devam lê-los — são chamados de shounen (garoto jovem, adolescente, em japonês) e tratam normalmente de histórias de ação, amizade e aventura. Histórias que atualmente visam meninas são chamadas de shoujo (garota jovem em japonês) e têm como característica marcante as sensações e sensibilidade da personagem e do meio (também existem garotos que leem shojo.). Além desses, existe o gekigá, que é uma corrente mais realista voltada ao público adulto (não necessariamente são pornográficos ou eróticos) e ainda os gêneros seinen para homens jovens e josei para mulheres. Os traços típicos encontrados nas histórias cômicas (olhos grandes, expressões caricatas) não são encontrados nessa última corrente. Existem também os pornográficos, apelidados hentai. As histórias yuri abordam a relação homossexual feminina e o yaoi (ou Boys Love) trata da relação amorosa entre dois homens, mas ambos não possuem necessariamente cenas de sexo explícito.


No Brasil



Embora a primeira associação relacionada a mangá, a Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações, tenha sido criada em 3 de fevereiro de 1984, o "boom" dos mangás no Brasil aconteceu por volta de dezembro de 2000, com o lançamento dos títulos Samurai X, Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco pelas editoras JBC e a Conrad (antiga Editora Sampa).


Esses, porém, não foram os primeiros a chegar ao território brasileiro. Alguns clássicos foram publicados nos anos 80 e começo dos anos 90 sem tanto destaque, como Lobo Solitário em 1988 pela Editora Cedibra, primeiro mangá lançado no Brasil,[1] Akira pela Editora Globo, Crying Freeman, pela Editora Sampa, A Lenda de Kamui e Mai - Garota Sensitiva pela Editora Abril, Cobra, Baoh e Escola de Ninjas pela Dealer. Porém, a publicação de vários títulos foi interrompida e o público brasileiro ficou sem os mangás traduzidos por vários anos. Existiram ainda edições piratas de alguns mangás[carece de fontes?]. O mais famoso foi Japinhas Safadinhaslançado em nove edições pela "Bigbun" (selo erótico da Editora Sampa)[2] . O mangá era uma versão sem licenciamento de Angel de U-jin.


A popularidade do estilo japonês de desenhar é marcante, também pela grande quantidade de japoneses e descendentes residentes no país. Já na década de 1960, alguns autores descendentes de japoneses, como Júlio Shimamoto, Minami Keizi e Claudio Seto, começaram a utilizar influências gráficas, narrativas ou temáticas de mangá em seus trabalhos. O termo mangá não era utilizado, mas a influência em algumas histórias tornou-se óbvia. Alguns trabalhos também foram feitos nos anos 80, como o Robô Gigante de Watson Portela e o Drácula de Ataíde Braz e Neide Harue.


O movimento voltou a produzir frutos nos anos 90. Com a inconstância do mercado editorial brasileiro, existe pelo menos uma revista nacional no estilo mangá que conseguiu relativo sucesso: Holy Avenger. Além deste há também outras publicações bastante conhecidas pelos fãs de mangá, como Ethora, Combo Rangers, Oiran e Sete Dias em Alesh do Studio Seasons, e a antiga revista de fanzines Tsunami. Atualmente os quadrinhos feitos no estilo mangá, tirando algumas exceções, como as citadas acima, se baseia em fanzines. Em 2008 as empresas Maurício de Sousa transformaram o seu gibi Turma da Mônica Jovem e Ediouro Publicações em 2009 a revista Luluzinha Teen e sua Turma, em estilo mangá.


Apesar da aceitação do estilo de história em quadrinho japonês, a maioria das edições vêem ao Brasil com determinadas alterações quanto ao número de páginas por edição. Muitas vezes, dividem pela metade cada edição, elevando demasiadamente o custo pela coleção.


Influência em outros países


Há muito tempo o estilo tem deixado sua influência nos quadrinhos e nas animações no mundo todo. Artistas americanos de quadrinhos alternativos como Frank Miller foram de alguma maneira influenciados em algumas de suas obras. As influências recebidas dos mangás japoneses ficaram mais evidentes com a minissérie Ronin (1983).


Outros artistas como os americanos Brian Wood e Becky Cloonan (autor de Demo) e o canadense O'Malley (autor de Lost At Sea) são muito influenciados pelo estilo e têm recebido muitos aplausos por parte da comunidade de fãs de fora dos mangás. Estes artistas têm outras influências que tornam seus trabalhos mais interessantes para os leigos nesta arte. Além disso, eles têm suas raízes em subculturas orientais dentro de seus próprios países.


Histórias em quadrinhos americanas que utilizam a estética dos mangás, são constantemente chamados de OEL Manga (Original English-Language mangá) ou Amerimanga.


O americano Paul Pope trabalhou no Japão pela editora Kodansha na revista antológica mensal Afternoon. Antes disso ele tinha um projeto de uma antologia que seria mais tarde publicada nos Estados Unidos — a Heavy Liquid. O resultado deste trabalho demonstra fortemente a influência da cultura do mangá em nível internacional.


Na França existe o movimento artístico, descrito em manifesto como la nouvelle manga. Esse foi iniciado por Frédéric Boilet através da combinação dos mangás maduros com o estilo tradicional de quadrinhos franco-belgas. Enquanto vários artistas japoneses se uniam ao projeto outros artistas franceses resolveram também abraçar essa idéia.


Na Coréia do Sul atualmente podemos observar um movimento em direção aos mangás muito forte. Os manhwas coreanos e manhuas chineses têm atingido vários países pelo globo. Um exemplo claro de manhwas no Brasil são algumas histórias de sucesso como Ragnarök e Chonchu.


Além de tudo isso, é bastante comum encontrar histórias on-line de vários países nesse estilo e até ilustrações mais corriqueiras como das relacionadas à publicidade.

É isso ai galera pesquisem mais e leiam mangá, é uma cultura nova e maravilhosa até mês que vem.

A chata da minha mãe

A chata da minha mãe não me deixa ir...

A chata da minha mãe me colocou de castigo...

A chata da minha mãe pega demais no meu pé...

A chata da minha mãe, não me dá um tempo...

A chata da minha mãe implica com tudo...

É incrível como a super amiga deixa de existir em certo período da vida dos filhos, a tão sonhada e almejada “adolescência” (“aborrecência” para as mães).

Quando crianças, beijam, acariciam, imitam, levam flores, contam todos os segredos, querem estar sempre juntos e não desgrudam um só minuto.

Mas é só entrarem na adolescência e as mães simplesmente deixam de existir de um modo tão íntimo como era antes. Passam a ser simplesmente mãe. Aquela que lava, passa, cozinha, cuida da casa, trabalha fora, dá o dinheiro para o final de semana. É a verdadeira chata, que está sempre bisbilhotando e querendo saber tudo. Que vive perguntando se já fez as tarefas, se já estudou, se está tudo bem. Aquela que não larga do pé e que vive mandando; faça isso, faça aquilo...

Tenho ouvido isso muitas vezes. Parecem que todos os filhos são iguais e todas as mães são as chatas. É incrível como a amizade termina. E nem ao menos sabem por quê.

Quantas mães tristes chorando pelos cantos. Todas, perguntando onde erraram, o que aconteceu.

Os filhos querem sua liberdade e as mães só querem protegê-los. O conflito se forma e não tem ninguém para desatar esse nó.

Acho que na verdade elas têm ciúmes dos filhos. Ciúmes de vê-los com tanta amizade com seus amigos e elas serem deixadas de lado. Vendo outros fazendo seu papel, enquanto passam a ser simplesmente mães. Aquelas que os colocaram no mundo.

E de tanto ciúmes passam a serem as chatas.

Filhos aproveitando o dia das mães que está tão próximo lembrem-se de suas mães. Daquela grande amiga que ficou para trás. Daquela que durante nove meses te acolheu no ventre, sofrendo todas as desventuras (fala série enjôo e vômito o dia inteiro ninguém merece) de uma gravidez. Que tal um abraço bem forte e um eu te amo bem doce cochichado no ouvido? Um: - Você ainda é a minha melhor amiga!

Tenho certeza que muitas mães ficarão felizes. Mesmo sabendo que não poderão competir com as amigas atuais, terão certeza que um dia voltarão a serem como antes.

E as filhas e os filhos de hoje passarão a serem os chatos de amanhã.

Pense nisso. Um beijo.

Patrícia Gasparetto

Comentem sobre esta coluna, aceitamos dúvidas, reclamações e sugestões e até doaçãoes. (Rs) Brincadeira.


Férias! Quem não gosta?

Quando eu era aluna, tinha a ilusão de que as férias eram um presente para os alunos e um castigo para os professores. Como eu estava errada! Hoje sei que o mês de férias é aguardado ansiosamente por ambos os grupos: alunos e professores. Foram nas minhas férias de 2007 que aconteceu um acidente do qual eu nunca vou esquecer.

Era o dia 17 de julho e eu estava em São Paulo, na casa dos meus pais, que fica próximo ao aeroporto de Congonhas, quando ouvi um barulho ensurdecedor. Achei que tinha sido algum acidente na rua. Quando abri a janela, vi muitos helicópteros sobrevoando o local e muita fumaça. Ligamos a televisão e então vimos a notícia: um avião caiu!

Fiquei chocada. Era muito triste ver todas aqueles amigos e parentes das vítimas angustiados, esperando por uma notícia. Era muito triste pensar que tantas pessoas morreram e deixaram pra trás seus sonhos e esperanças.

No entanto, uma história me chamou a atenção. Um casal voltava de férias da Argentina. Eles optaram por um vôo que faria escala em Porto Alegre e depois pousaria no aeroporto de Congonhas em São Paulo. No entanto, quando foram buscar os bilhetes que tinham reservado pela internet, a atendente perguntou se eles gostariam de trocar por outro vôo que não faria escalas, porém pousaria no aeroporto de Guarulhos, que fica do outro lado da cidade. A atendente foi muito insistente e a idéia de chegar mais rápido os agradou. Quando chegaram ao aeroporto, estavam eufóricos e lembravam com alegria da agradável viagem que fizeram. Foi então que receberam uma notícia que os assustou: um avião caiu no aeroporto de Congonhas. Eles ficaram ainda mais assustados quando descobriram que aquele vôo era justamente o vôo que eles tinham escolhido para voltar pra casa até que aquela atendente os fez mudar de rota. Eles teriam morrido se não tivessem mudado de idéia!

Aqui neste mundo sempre teremos notícias como essa. Porém a Bíblia nos diz que Deus esta preparando algo muito melhor do que tudo o que podemos imaginar. E Ele esta preparando isso para nós!

No entanto, a escolha de aceitar ou não a chance de nova vida esta em nossas mãos. Podemos escolher entre a vida eterna ou a morte eterna. Entre aceitar ou não o sacrifício de Jesus na cruz.

Embora estejamos em um mundo de tristeza e aflição, onde notícias ruins fazem parte de nossa rotina, Deus nos dá uma nova chance. Ele nos oferece algo melhor.

Aceite o presente que Deus quer te dar e seja feliz ao lado dEle!

Professora Mônica Zuntini